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Jornalismo Científico: tornando a dificuldade em algo atrativo

Outubro 26, 2009

por Danilo Caboclo

IV Encontro de Comunicação e Letras

IV Encontro de Comunicação e Letras/Linguagens em Interface

Uma das maiores, senão a maior, intenção de nove em cada dez jornalistas é de fazer com que suas matérias sejam muito mais do que lidas, mas sim apreciadas e que sirvam de inspiração para quem as lê. Porém, e quando o assunto retratado não é muito comum aos ouvidos, ou melhor aos olhos de quem as lê? E quando o tema tratado não é muito comum para boa parte da população? Este é o caso do jornalismo cientifico.

O professor Francisco Bicudo, especialista nesta modalidade jornalística, tentou expressar de forma clara e objetiva, assim como faz nos seus textos, qual a melhor maneira de se escrever sobre assuntos difíceis e com uma linguagem própria para um público que não sabe muito sobre tais temas. Durante sua palestra, realizada nesta manhã de segunda-feira, dia inaugural do IV Encontro de Comunicações e Letras, Chico Bicudo, como é conhecido, explicou que é fundamental que o jornalista cientifico tenta abordar temas, por mais complexos que sejam, da maneira mais clara possível.

É preciso fazer com que todas as pessoas entendam sobre o tema e tenham vontade de prosseguir na leitura do texto. Uma boa pauta, apuração mais do que detalhada, assim como em todas as áreas do jornalismo, são requisitos básicos para um bom texto.

No entanto, Chico ainda explica que é necessário escrever de forma mais clara, trazendo argumentos do cotidiano para temas científicos, por mais complicado que eles sejam. Mandar uma parte do texto para as fontes é fundamental para que os erros não passem e sejam transcritos nas linhas do texto. Além disso, é possível usar argumentos do cotidiano e que nos são usuais para exemplificar os exemplos dados.

De forma bem descontraída o professor demonstrou bastante desenvoltura durante os noventa minutos de palestra e trouxe um pouco de sua vasta experiência em uma das áreas mais complexas, e um das que mais cresce também, no jornalismo.

Ah! É bom frisar também que o uso do aposto, assim como neste texto, é fundamental para exemplificar os jargões complicados da área cientifica.

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