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Britânicos e Americanos: língua e cultura

Outubro 27, 2009

IV Encontro de Comunicação e Letras/Linguagens em Interface

por Juliana Monteiro

 

O Minicurso de dois dias apresentado pela jovem Thaís H. A. Verdolini (professora na Universidade Mackenzie e no Centro de Linguas Estrangeiras Mackenzie) explicou as principais diferenças entre esses dois países, tanto pela pronúncia, como a gramática e o vocabulário, além do principal: a cultura.

O curso foi incrivelmente dinâmico. Na segunda-feira (26/10), Thaís mostrou como a língua inglesa é considerada uma língua fraca. De acordo com os dados que ela nos trouxe, a língua é falada numa base de três que não possuem como língua nativa, para um que possui como língua nativa (370 milhões), além de que uma a cada cinco populações falam a língua inglesa.

Mostrou também porque a língua é tão falada, com dados históricos básicos, como durante muitos séculos a Inglaterra ter sido poder econômico e a partir da primeira guerra mundial, os Estados Unidos uma força de poder militar.

Thaís apresentou neste mesmo dia, vários exemplos gramaticais, coisas que são diferentes entre a Inglaterra e os Estados Unidos, palavras que pensávamos serem iguais em ambos os países, porém possuem um significado totalmente diferente, além de fatos engraçados entre essas diferenças.

Para uma explicação divertida, trouxe diversos vídeos nesses dois dias, como, por exemplo, o mais votado pelos professores de inglês: Friends, além de mostrar trechos da comédia romântica “Amor Não Tira Férias” e um vídeo bem humorado, “How good is your English?”, onde mostra uma repórter britânica entrevistando um iraquiano que fala um inglês quase perfeito e se revolta com a TV Inglesa, por terem colocado legenda nas coisas que ele diz.

Mesmo que pareça somente humor, Verdolini explicou como o preconceito linguístico realmente aparece não só entre nativos da língua inglesa com não nativos, quanto entre americanos e britânicos, dando o exemplo do cantor Sting, um britânico em terras americanas, que foi motivo de preconceito em um programa americano, quando ao ser entrevistado em um programa de TV, a emissora colocou legenda no que ele falava,por temerem que o público americano não entendesse seu sotaque.

Por fim, Thaís H. A. Verdolini disse que aprender o inglês nem sempre é fácil, porque é preciso readaptar todo o sistema fonador da pessoa para falar uma nova língua, além da dificuldade para perder o sotaque, de acordo com Verdolini, o sotaque nunca sai, mas pode se tornar aos poucos, com a prática e o esforço, algo mais natural. Diz ela que para ajudar nesse aprendizado, é interessante conhecer os dois países, perceber qual tipo de pronuncia a pessoa se encaixa melhor, estudar muito a gramática, o vocabulário e pensar também na cultura para melhorar seu trabalho em um país estrangeiro como os Estados Unidos e a Inglaterra.

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One Comment leave one →
  1. Outubro 28, 2009 3:38 am

    Boa!

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