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Perfil da chapa Ethos

Outubro 28, 2009

Essa é a primeira de uma série de matérias que irão abordar o tema Eleições do DACAM. Nos comprometemos a fazer uma cobertura intensa assim como do IV Encontro de Comunicação e Letras. Por tanto antes de votar passe por aqui e leia entrevista com representantes das 3 últimas chapas do D.A.: Cocada Xavier – Staff e atual presidente do DCE; Thiago – atual presidente; Guimba- Presidente Koine… e muito mais. Com informação o seu voto vale mais.

Representantes da chapa acreditam que “não há oposição quando os ideais são os mesmos”.

Por Betânia Soares – reporter do Jornal O Jornal e membro da Diretoria do grupo Ethos.

 

O Grupo Ethos surgiu a partir da unificação das três chapas que concorreram à gestão 2009 do DACAM na eleição ocorrida em 2008. Elas eram Brado!, Falange Mackenzista e Grupo Ello, chapa vencedora.  Segundo membros destas três, essa união se deu por haver entre elas ideais comuns, sendo o principal deles a melhoria do Diretório Acadêmico de Comunicação e Letras, desde sua representatividade perante a Universidade ao relacionamento aluno-diretório.

A inovação proposta pelo grupo está não só na junção de três oposições, caso nunca antes visto no DACAM, como também no nome e na cor escolhidos. “Ethos” significa identidade de um grupo, ética, hábitos e harmonia, que, dentro do contexto Mackenzista, seria a convivência entre indivíduos diferentes que, unidos por um mesmo ideal, visam o melhor para o conjunto de forma limpa e honesta. Já a cor roxa tenta apagar qualquer vestígio que lembre as antigas chapas, mostrando que o que surge é um grupo novo. Por isso, as cores preta (Brado!), vermelha (Falange Mackenzista) e amarela (Grupo Ello) foram descartadas.

Uma vez gestão, o Grupo Ethos se compromete com a transparência e com o cumprimento dos itens da Carta Proposta, distribuída aos alunos desde a última sexta-feira, 23/10. Foi o que disseram Eduardo Lima Cabral (21), 4º semestre de Publicidade, presidente pela Ethos, e Emerson Miranda (24), 6° e 5° semestres de Publicidade, 1° tesoureiro, procurados pelo O Jornal. Atualmente, Eduardo é 2º tesoureiro da Gestão Ello, e Emerson concorreu como presidente pela Falange Mackenzista em 2008. Na mesma chapa, foi secretário geral concorrendo em 2006, e presidente em 2007. Nunca foi gestão.

 Eduardo Cabral (Duzão), presidente e Emerson Mirando (Tico), primeiro tesoureiro.

Como começou o seu envolvimento com política estudantil?

Eduardo:Sempre fui envolvido com movimento estudantil, seja em grêmio e representações mais alternativas. Sempre me interessei pela boa representatividade proveniente de algo com autonomia e condizente com aquilo que tem de representar, e me esforço para sempre manter a boa ordem disso ao meu alcance.

Tico: Começou quando entrei no DACAM e vi um D.A jogado, literalmente uma porcaria. E fui procurar saber como poderia mudar aquela situação.

Como a chapa Ethos foi formada?

Eduardo:Ethos é uma nova era perante todo este processo de unificação que três grandes pólos de representação estudantil criaram deixando de lado o partidarismo universitário e enfatizando de fato itens relevantes, como a melhoria de nosso Diretório. O grupo foi formado a partir de inúmeras discussões dentre todos os alunos que faziam parte de algum dos três pólos, e a unificação foi proveniente de questões ideológicas totalmente condizentes com o que o comum, ali presente, enfatizava. O grupo quer fortalecer o Diretório e a NOSSA representatividade estudantil, e não enxerga um por que de se bater dentre estudantes que tem em comum o mesmo ideal. É melhor unir forças para atender ao único motivo da existência de um Diretório Acadêmico, a nossa representatividade.

Ouvem-se rumores de que a junção das chapas Brado!, Falange Mackenzista e Grupo Ello foi, na verdade, um golpe para que não houvesse oposição e para que a participação na próxima gestão fosse garantida. O que tem a dizer a respeito?

Eduardo: Isso de fato chega a ofender e, na minha opinião, pessoas que defendem esta opinião não sabem nem 1/3 dos últimos acontecimentos políticos que auxiliaram na concretização deste todo. Acho que todos deveriam se informar melhor, buscar saber ao invés de rotular sem prévia pesquisa. Todo este processo foi o mais transparente possível; a parte mais enfatizada foi de fato a do aluno, sem partidarismo, sem ataque. A idéia é equalizar tudo e trabalhar junto, de maneira mais fortalecedora. Teve Assembléia aberta, o Edital ainda se encontra espalhado pelo campus e no Diretório e, de fato, a autonomia era a palavra-chave de tudo. Bastava o interesse para se criar uma oposição, participar do novo grupo, buscar informação e etc…

O que o grupo espera dessa eleição?

Eduardo: O grupo espera uma eleição agitada, questionamentos e, acima de tudo, participação. Nos mantivemos e nos mantemos motivados mesmo sendo chapa única, para assim, instigar a perplexidade de todos. É obvio que alunos não tão politizados chegam a julgar de maneira superficial tudo o que está acontecendo, encaram como manobra política, ou golpe, o que foge totalmente do contexto em que estas medidas foram tomadas. A idéia de se ter uma única chapa atendendo a três pólos estudantis diferentes, é de se ter maior cobrança e motivação interna; é a idéia de ninguém perder e todos fortalecerem a NOSSA representatividade. A ideologia da Democracia consiste na criação de um sistema perfeito que atenda a todos de uma maneira honesta, e é basicamente nesta idéia que o grupo tem focado: a ampliação e a melhoria de nossa imagem perante a Universidade, Mercado de Trabalho e não a ostentação de “vitória” sobre um outro grupo estudantil.

Tico: Espero que seja a melhor gestão já vista não só no DACAM como no Mackenzie. Pode cobrar heim… Hoje estou muito feliz com essa junção e acredito que pegamos o que cada chapa tinha de melhor e vamos implantar no DACAM. Queria pedir a todos do Jornal O JORNAL que nos ajudem a aproximarmo-nos dos alunos e fazermos a transformação tão sonhada por todos.

Você se comprometa a…

Eduardo: Me prontifico a contribuir ao máximo para que esta gestão faça história.

Tico: Ser o mais transparente possível, e fazer de tudo para cumprir o que está em nossa carta proposta. 

 O que acha do engajamento político dos mackenzista?

Tico: Acho muito fraco. Os alunos pensam muito em festa e no seu próprio umbigo. Creio que isso acontece muito por causa das gestões passadas e pela política nacional. As coisas se refletem.

O que espera dessa eleição?  

Tico: Eu espero uma eleição diferenciada, que possamos movimentar o CCL e que o aluno sinta a necessidade e a importância do voto. Queremos mais de 1.000 votos para mostrar que os alunos estão vendo tudo o que acontece.

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