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Cotidiano futebolístico nas olimpíadas factuais

Novembro 9, 2009

Por Mario Palhares

http://www.youtube.com/watch?v=M4fVJ2-y3vQ

Seria legal se antes de você ler o que está escrito abaixo, buscasse no You Tube por “Paulo Pinto pássaros Jarbas Agnelli”. Se você não foi à palestra “Fotojornalismo: Novas Tendências” que aconteceu dia 27 de outubro, no IV Encontro de Comunicação e Letras – Linguagem em Interface, ministrada por Paulo Pinto, ficará mais fácil de entender um pouco do que aconteceu.

Fotojornalista atuante na Agência Estado, Paulo é dedicado à profissão desde 1980. Um apaixonado pelo esporte, principalmente futebol. Mas não se deixe enganar, nem só de esportes sua vida profissional é preenchida, ele capta como poucos as cenas do cotidiano que raros são capazes de perceber.

Palestrante pelo segundo ano consecutivo, Paulo Pinto surpreendeu quem esperava ver um “repeteco” de sua palestra anterior. Uma apresentação bem construída de seu trabalho com cerca de 20 minutos, aliada a ótimos relatos e curiosidades, brindou os presentes.

Vale conferir seu site: http://paulopinto.com E se você encontrá-lo pelos caminhos do Mackenzie, parar para trocar uma idéia com alguém que tem muito a passar.

O foto-repórter respondeu, com exclusividade para Jornal O Jornal, duas perguntinhas:

Mario Palhares: O que se nota em suas fotografias é um olhar humanista. Eu, particularmente, gosto muito das suas fotos feitas com lentes “menores”, não que não goste das feitas com grandes teleobjetivas. Porque o esporte, se você é tão bom em captar cenas do cotidiano de perto?

Paulo Pinto: Eu sempre gostei de esporte, principalmente futebol, meu pai era jogador de futebol…meu tio também.  Já vim de uma família de esportistas, então isso já contribuiu. Mas eu também, como você falou, gosto muito de trabalhas com a grande-angular, porque se tem algum conflito gosto de estar na linha de frente. Gosto da tele pra fazer esse tipo de coisa. Isso aproxima mais, dá mais vivacidade, realismo. De longe acho que não adianta, ser correspondente por telefone não adianta.

Mario Palhares: Você está na Ciências da Computação (refiro-me ao fato de Paulo ser aluno do curso na UPM) e alguns outros fotógrafos procuraram esse tipo de conhecimento técnico, como Henri Cartier-Bresson que estudou a geometria, a matemática. Você acha que isso é muito importante para a composição da fotografia?

Paulo Pinto: Eu acho que o importante é se atualizar, como falei na palestra, é procurar coisas que melhorem seu trabalho, seja onde for. Hoje o computador é a base de tudo, não se faz nada sem a informática. Ninguém saca dinheiro no banco, ninguém telefona… Acho que a iniciativa é do profissional; buscar aperfeiçoamento.

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