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MEC dará dez dias para a Uniban explicar expulsão de aluna

Novembro 9, 2009

OOOOPS!

 A UNIBAN  acaba de voltar atrás em sua decisão.

Leia, aqui.

Mesmo assim, leia matéria na íntegra e deixe aqui sua opinião sobre a expulsão da aluna Geisy Arruda da Universidade Bandeirante. O Jornal o Jornal na condição de um jornal universitário, quer saber: você  acha que a  conduta da universidade perante Geisy foi correta?

 

Geisy Arruda foi desligada da universidade após episódio em que foi hostilizada por usar vestido curto

Amanda Polato e Rafael Sampaio, repórteres do R7.com

imagemA Uniban (Universidade Bandeirante) vai ter dez dias úteis para dar explicações ao MEC (Ministério da Educação) sobre a expulsão da aluna de turismo Geisy Arruda, 20. Ela foi hostilizada por outros universitários após usar um vestido curto no dia 22 de outubro.

O prazo para a universidade dar a resposta começa a ser contado no instante em que a notificação for entregue, o que deve ser feito ainda esta semana, segundo a assessoria de imprensa do ministério.

Um processo de supervisão de conduta da Uniban foi aberto pelo MEC. A intenção é verificar se a aluna teve direito à defesa, se houve discriminação e acompanhar o caso.

Caso não consiga explicar as razões da expulsão, a universidade poderá sofrer punições graves, como a perda de autonomia. Isso significa que tudo o que a Uniban fizer, como ampliar vagas ou abrir cursos, terá de ter autorização do ministério.

Outro lado

A Uniban vai responder ao ministério assim que receber a notificação, afirma o assessor jurídico da universidade, Décio Lencioni Machado.

– Estamos de portas abertas ao MEC e respeitaremos suas decisões.

A justificativa dada pela universidade para a expulsão é que o comportamento de Geisy foi seguidas vezes inadequado e provocante, inclusive no dia do tumulto, diz Machado. Ele ressalta que o desligamento não ocorreu devido ao vestido curto:

Nesse dia [22 de outubro], temos relatos de que ela levantou o vestido e permitiu que as pessoas vissem suas partes íntimas, se olhassem por trás. Ela circulou pelos corredores assim, chegou a entrar em sala de aula desse jeito.

A universidade diz não entender a razão de o ministério pedir explicações. O pedido “causou surpresa” à Uniban porque o caso é um “assunto interno da instituição que não é da competência do MEC”, afirma o assessor jurídico.

– É uma questão pontual e interna da universidade.

Questionado se teme os protestos e manifestações contra a medida tomada pela Uniban, Machado afirma:

– Não podemos deixar de tomar uma decisão que achamos ser correta por medo da opinião pública. Protestos são sinônimo de liberdade de expressão, e respeitamos sua realização.
A universidade diz não temer descredenciamento ou punições.

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